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PL da educação como atividade essencial é risco de morte para professores e alunos

Faltam condições nas escolas A grande maioria dos estabelecimentos é da rede pública de ensino e muitos não apresentam uma estrutura adequada para receber alunos em tempos de pandemia. “Falta ventilação adequada, espaços nos refeitórios para manter as crianças em distanciamento seguro e a até a manutenção do mais básico como banheiros, por exemplo, é precária”, afirma o secretário de Cultura da CUT Além disso, o transporte tanto de alunos como de professores no trajeto de casa para a escola e vice-versa, é fator de risco.  Deputado Federal pelo PT de SP, médico infectologista e ex-ministro da Saúde, Alexandre Padilha alerta também para questões decisivas para um retorno às aulas. Uma delas é espaço arejado não só na sala de aula, mas em todos os espaços onde há circulação “onde é mais difícil ter controle sobre o risco do contato entre as pessoas”. Padilha cita ainda, a necessidade de estruturas de higienização permanente com oferta de álcool-gel e máscaras de proteção. O projeto da senadora Paula Belmonte, ignora todas as considerações de especialistas sobre os riscos do ensino presencial neste momento. Um deles, Diego Xavier, pesquisador e epidemiologista do Instituto de Comunicação e Informação em Saúde (Icict), ligado à Fiocruz, afirma que a volta às aulas é um passo da reabertura econômica que, teoricamente, coloca fim ao isolamento social recomendado por autoridades de saúde e o resultado é o aumento de casos. “O vírus se aproveita da grande circulação de pessoas para se disseminar e a tendência é de que voltemos a ter aumento no número de casos”, ele diz. Já um outro projeto, que tramita na Câmara dos Deputados, de autoria da Deputada Federal Professora Dorinha (DEM-TO), conta com o apoio das entidades que defendem a educação. “Estamos apoiando o projeto da Professora Dorinha porque estabelece estratégias de garantias sanitárias para o retorno às aulas, ao contrário do projeto de Marcos do Val, que quer a volta às aulas, de qualquer jeito, sem nenhuma segurança”, afirma Tino Lourenço. *Edição: Marize Muniz/Via CUT Brasil 

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