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Lucas Silva/SECOM AM 

Enquanto a pandemia do novo coronavírus recua no mundo, com autoridades acelerando a imunização da população ao mesmo tempo em que decretam medidas de restrição de circulação, de âmbito nacional, mais rígidas, o Brasil, sem comando nacional, sem vacina, sem oxigênio de sem medicamentos básicos, enfrenta o momento mais duro da pior crise sanitária do século e fracassa no combate à Covid-19. Para evitar o caos na saúde, alguns estados e cidades brasileiras adotaram medidas restritivas, como lockdown e toque de recolher, para conter a propagação da doença, sem apoio do governo de Jair Bolsonaro (ex-PSL), que trabalha contra as medidas, prioriza a economia e não as vidas. Governadores pedem que as medidas sejam em todo território nacional, mas Bolsonaro se recusa a adotar restrição de circulação. De acordo com dados da Universidade Johns Hopkins, mais de 2,5 milhões de pessoas em todo o mundo morreram desde o início da pandemia do novo coronavírus, mas o total de mortes e infecções vem caindo, ao contrário do Brasil, onde só aumenta. A marca de 2 milhões de mortes globais de Covid-19 foi registrada em 15 de janeiro. Até agora, pelo menos 114.208.352 casos de Covid-19 foram relatados mundialmente. Os Estados Unidos (EUA) lideram com o maior número de mortes, seguidos por Brasil, México, Índia e Reino Unido. Em 22 de fevereiro, os EUA ultrapassaram a marca de 500 mil mortes totais de Covid-19, de acordo com a universidade. Já o Brasil chegou a 200 mil mortes em 7 de janeiro. Em 48 dias depois atingiu a marca de 250 mil vidas perdidas desde o início da pandemia. Os dados divulgados diariamente pelo consórcio de imprensa mostram que o país está em seu momento mais letal da pandemia, com média móvel acima de mil mortos desde 21 de janeiro, ou seja, há 38 dias. Ao menos em 17 capitais, a pressão pelos leitos de Unidade de Terapia Intensiva (UTI) está acima de 80%, e um colapso na rede hospitalar, na maior dimensão da crise sanitária, não está descartado por especialistas. No Brasil, mais de 46,82 milhões de brasileiros estão vivendo sob toques de recolher para conter a propagação do novo coronavírus - número que pode aumentas nas próximas semanas. Já os países que melhor enfrentaram a pandemia da Covid-19, já desfrutam de uma normalidade após a aplicação de medidas rígidas de isolamento social, enquanto outros, como o Brasil, repetem confinamentos diante de uma segunda e até terceira onda, pior que o início da crise. De acordo com o monitoramento da Organização Mundial da Saúde (OMS), quatro das seis regiões do mundo tiveram uma redução no número de casos do novo coronavírus. São elas: Américas, Europa, África e Pacífico Ocidental, que inclui, entre outros países, China, Austrália, Nova Zelândia e Japão. Apesar do Brasil, que registra o pior momento na pandemia com recordes de mortes e internações, as Américas, por sua vez, continuam sendo a região com a maior queda no número absoluto de casos. Já o Sudeste Asiático e Mediterrâneo Oriental, que inclui entre outros Afeganistão, Egito, Líbano, Emirados Árabes e Irã — registraram um aumento, de 2% e 7% respectivamente.

Países mais destacados pelo combate à pandemia Entre os países que mais se destacaram na pandemia está Nova Zelândia, que foi elogiado por sua estratégia frente à Covid-19, Japão, Taiwan, Coreia do Sul, Finlândia, Noruega, Austrália e China. Os países asiáticos reagiram rapidamente ao confinamento de pessoas devida a maior incidência de infecções e implantando uma poderosa estratégia de rastreamento, testes em massa e quarentenas.

Países que fracassaram no combate à pandemia México, Índia, Brasil e Estados Unidos são os quatro países que mais fracassaram no combate à pandemia da Covid-19. Tanto os EUA como o Brasil, com os presidentes Donald Trump e Jair Bolsonaro, minimizaram a doença, provocaram aglomerações, desrespeitaram a ciência e o distanciamento entre pessoas. Já o México tem o maior percentual de casos confirmados por teste e também a pior taxa de mortalidade no último mês. No fim da classificação estão Argentina e Peru. Colômbia também entrou na lista dos 10 piores que fracassaram no controle da doença. Os países latino-americanos têm algumas das piores taxas de mortalidade por milhão de habitantes, apesar dos rígidos confinamentos, fechamento de fronteiras e toques de recolher noturnos.

Mortes no Brasil Nas últimas 24 horas, o Brasil registrou mais um novo recorde de mortes pela Covid-19, segundo a média móvel dos últimos sete dias. Foram 1.208 mortes, notificações 755 óbitos por Covid-19 de sábado (27) para domingo (28), totalizando 255.018 vidas perdidas por causa do novo coronavírus. A média móvel está 11% maior do que o cálculo de duas semanas atrás. Os recordes seguidos indicam uma tendência consolidada de aumento dos óbitos provocados pela doença no Brasil. Desde as 20h de sábado, 40.495 novos casos da doença foram notificados, elevando para 10.549.129 o total de pessoas que já foram infectadas. A média móvel de sete dias foi de 54.547 diagnósticos positivos, 21% maior do que 14 dias atrás. O estado de Roraima não informou os dados neste domingo. FONTE: CUT BRASIL 

 
 
 
  1. Quais espaços e/ou laboratórios serão utilizados para ministrar as aulas das 50 disciplinas de graduação?

  2. Haverá higienização dos ambientes após cada atividade?

  3. Os ambientes estão preparados para a acomodação dos técnicos administrativos de forma que se garanta o distanciamento físico adequado?

  4. Há insumos e equipamentos de proteção individual suficientes para as atividades práticas? Quanto à rotina do serviço:

  5. Haverá controle de freqüência? Uma vez que, o relógio de ponto é um potencial disseminador do vírus.

  6. Há número de servidores suficientes para que haja o necessário revezamento em turnos?

  7. Haverá capacitação dos servidores que retornarão à prática presencial sobre as medidas necessárias para evitar a contaminação nos ambientes laborais? Quanto às condições de saúde e segurança:

  8. Haverá o fornecimento pela UFLA dos equipamentos de proteção individual, como por exemplo, máscara cirúrgica ou N95 para os servidores em contato direto e contínuo com o público?

  9. Haverá a instalação de divisórias em material transparente nos setores de atendimento ao público, visando a diminuição da possibilidade de contaminação por aerossóis?

  10. Haverá o fornecimento ininterrupto de sabão, água e álcool gel, inclusive com recipientes próximos às mesas dos servidores?

  11. Haverá a higienização dos ambientes de trabalho entre turnos?

  12. Haverá a frequente higienização dos sanitários?

  13. Qual procedimento será adotado em caso de servidor com suspeita de contaminação?

  14. Haverá testagem dos servidores que mantiverem contato com eventual caso suspeito ou confirmado?

  15. Haverá testagem periódica dos servidores envolvidos nas atividades práticas? Quantos às condições de transporte, acesso e presença no Campus Universitário:

  16. Haverá efetivo controle de acesso ao campus com exigência de identificação?

  17. Haverá fiscalização para evitar aglomerações no campus?

  18. Haverá pedido para ampliar o número de ônibus coletivos que circulam no campus? Quanto à vacinação de servidores:

  19. Qual o critério para a vacinação dos servidores que não estão na linha de frente de combate ao Covid-19? Conhecemos a realidade dos nossos locais de trabalho. Corriqueiramente, falta sabão ou é disponibilizado sabão diluído em água para higienização das mãos dos servidores. Falta álcool em gel nos recipientes próximos aos pontos eletrônicos. Há, em muitos setores, sanitários insuficientes para o número de servidores que estão no local de trabalho. Há salas sem ventilação e que reúnem várias pessoas. Há equipamentos que são utilizados quotidianamente por vários servidores. Esses equipamentos serão higienizados frequentemente? A situação demonstra que não é oportuno o retorno das práticas presenciais, porque não temos condições de infraestrutura para assegurar que não haja contaminação ou que essa possibilidade seja muito reduzida. Encontram-se os servidores técnicos administrativos em situação de insegurança sobre um possível retorno no dia 08 de março. Falta diálogo e comunicação, o que prejudica a relação laboral e gera incertezas, o que é ruim para os servidores e para a administração. Não há estabelecido um Protocolo de Biossegurança, que já reivindicamos outras vezes. Há circulação de muitas pessoas no campus, algumas em atividades não essenciais. Também já apontamos, em outra oportunidade, que é preciso um controle rígido sobre o ingresso e a permanência no campus. O Sind-UFLA, de antemão, manifesta-se pelo retorno presencial apenas quando a ampla maioria da comunidade estiver vacinada ou quando as condições epidemiológicas sugerirem a ausência da possibilidade de contaminação pelo vírus. Esse não é o cenário atual. Ao contrário, os estados Acre, Amazonas, Bahia, Ceará, Mato Grosso, Paraíba, Paraná, São Paulo, Piauí e Pernambuco decretaram toque de recolher. Essa medida também vigora em várias cidades mineiras, que já apresentaram a ocorrência de casos de infecção pela variante britânica do coronavírus, que é (pelo menos) mais contagiosa. Em Lavras, após um período de estresse no sistema público de saúde, com índices de ocupação de leitos que beiraram o colapso, vimos uma sensível redução no número de casos. Porém, desde o início desta semana o número de casos voltou a subir. Sabemos que as aglomerações do Carnaval farão crescer ainda mais o índice de contaminação. Isso é o que dizem os mais renomados especialistas e, inclusive, organizações de renome internacional voltadas ao levantamento de estatísticas referentes à pandemia, como a universidade norte americana Johns Hopkins. A UFLA, como afirmamos, não pode se afastar do seu compromisso com a sociedade brasileira. Sabemos disso. Mas, também não deve expor à contaminação seus servidores, discentes e suas famílias. Nesse período de pandemia, é preciso avaliar com muito diálogo, equilíbrio e compromisso com a ciência a viabilidade do retorno das atividades presenciais. Pouquíssimas IES tomaram essa medida. Algumas, com rigorosos protocolos de segurança, a partir de ampla negociação com a comunidade acadêmica. Na Universidade Federal de Lavras, a despeito de possuirmos uma mesa permanente de negociação com a Reitoria, não houve diálogo com técnicos administrativos em educação. Essa é uma prática desrespeitosa com a categoria. O trabalho remoto e a forma como vem sendo conduzido, pelos servidores e administração, independentemente de problemas pontuais, tem demonstrado efetividade em relação à necessidade de serviço e a manutenção da saúde da comunidade acadêmica. Compreendemos que ele, o home office, é o maior aliado de nossa universidade nesse momento. Temos ciência de que condições para a realização do trabalho remoto devem ser oferecidas pela instituição, há inúmeras decisões judiciais nesse sentido. Mas, a despeito disso, comprometidos com o serviço e com a razoabilidade, o conjunto dos técnicos administrativos tem se desdobrado adaptando espaços em casa, adquirindo equipamentos e custeando internet banda larga para garantir a prestação do serviço. As atribuições dos cargos técnicos administrativos são diversas. O compromisso com o trabalho pelo ensino, a pesquisa e a extensão de excelência é o ponto de convergência que nos une. Não é justo que uma categoria que demonstrou tanto comprometimento nesse período não participe da tomada de decisão dessa relevância. O Sindicato dos Técnicos Administrativos em Educação das Instituições Federais de Ensino de Lavras, legítimo representante da categoria, a partir de nossas decisões coletivas tomadas em Assembleia Geral e em reunião virtual sobre o possível retorno às atividades presenciais, solicita:

  20. O cancelamento de qualquer atividade não essencial que envolva o retorno presencial de servidores técnicos administrativos em educação a partir do dia 08 de março. Para fazer cumprir as deliberações da categoria dos técnicos administrativos, o Sind-UFLA:

  21. Convocará Assembleia Geral Extraordinária para quarta-feira, dia 03 de março, às 14h, apta a deliberar sobre o Indicativo de Greve Sanitária contra o retorno às atividades presenciais no dia 08 de março.

  22. Solicitará que a Assessoria Jurídica do Sind-UFLA, havendo negativa da Administração da Universidade em atender às justas demandas da categoria, envide esforços para que o Poder Judiciário obste a Universidade Federal de Lavras de retomar as atividades práticas presenciais e que se abstenha de convocar os servidores em grupo de risco, com filho e ou dependente em idade escolar ou portador de deficiência, ou que coabite com pessoa que pertença a grupo de risco. Trabalhadores protegidos salvam vidas!

 
 
 

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QUEM SOMOS

O Sindicato dos Técnicos Administrativos em Educação das Instituições Federais de Lavras é o sindicato que representa os servidores técnicos administrativos da UFLA trabalhando na defesa dos direitos e interesses da categoria.

Registro Sindical Processo Nº 46010004344/ 92

CNPJ Nº 20699302 / 0001-07

Filiado à FASUBRA Sindical


 

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SEDE

CAMPUS UNIVERSITÁRIO, UNIVERSIDADE FEDERAL DE LAVRAS - LAVRAS - MINAS GERAIS - 37203-202

 (35) 3829-1169   |   (35) 99723-0712

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CLUBE DE CAMPO

RUA MITRE TEIXEIRA, 15 - VILA ESTER - LAVRAS - MINAS GERAIS - 37203-202

(35) 3409-7755 

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